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A mostrar mensagens de setembro, 2020
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Depois há acidentes... pudera!  Fim de tarde de domingo, na passagem-de-nível com guarda da rua da Vidreira, na freguesia de Vila Verde, às portas da Figueira da Foz.   Para qualquer pessoa normal, os sinais vermelhos, as cancelas fechadas e o aviso sonoro significa que vai passar um comboio. Às vezes demora um bocadinho mais (e, efectivamente, desta vez estava a demorar mais do que é costume) mas daí até alguém arriscar a vida por causa de uns minutos de espera... é algo que me ultrapassa!   Está bem que é uma recta, está bem que tem alguma visibilidade - mas só se se espreitar para a linha - e, naturalmente, é pouco avisado desrespeitar a sinalização, sabendo-se, como se sabe, que o que lá vem não vem devagar, pesa umas valentes toneladas e não tem travões que lhe permitam parar em poucos metros...!   Ora, isso não bastou para demover quase uma dezena de impacientes condutores - pelo menos cinco automóveis e três motos viu eu!  Depois queixam-se de que há acid...
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The Milky Way from my hometown  
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  Quando uma bola vale um mergulho na marina! Não se vê todos os dias uma destas! Cinco amigos, um descuido e uma bola que vai parar ao Mondego. Uma ou outra ideia para a recuperar - desde tentar apelar, sem sucesso, a algum marinheiro caridoso ou descer pelas pedras, algo que se afigurava arriscado e notoriamente perigoso - e, finalmente, meia hora mais tarde, uma resolução determinada: ir ao banho!   É certo que é proibido mergulhar na marina da Figueira da Foz mas, sem fiscalização à vista, ninguém se opôs! Um dos donos da bola, se o pensou, melhor o fez. Umas quantas braçadas para lá e para cá e problema resolvido!   Seria a bola tão preciosa, que merecesse o inusitado mergulho? Era, pois! Era uma bola do ‘glorioso’ Sport Lisboa e Benfica! Ainda há adeptos à séria! 😀
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  E quando não havia smartphones ?  Nem selfies ... nem candidatos a fotógrafos por todo o lado, lembram-se? Dei comigo a pensar nisto, hoje, não que me mova algo contra as chamadas ‘novas’ tecnologias mas sim porque a sua democratização acelerada dá cabo do sossego de muitos...!  Senão reparem: início da tarde numa esplanada à beira Mondego, num domingo que, como o rio ali ao lado, corre devagar. Até que, duas mesas à frente, se sentam duas mulheres. Café despachado e uma delas, eléctrica nos modos e no estar, desafia a amiga a tirar-lhe uma fotografia. Ou duas. Ou umas centenas... como adiante se verá!  Atentei à falta de à-vontade da fotógrafa de ocasião em lidar com o smartphone  da amiga. Já aconteceu a todos! Se calhar também era falta de jeito. E não viria mal ao mundo, não fosse a função ter-se transformado num pesadelo, bastante audível em redor!  Aparentemente, a retratada é exímia na fotografia, tal as indicações que não se cansava de dar à amiga...
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  Imerso no Alentejo Se este ano foi, por força das circunstâncias, o ano para (re)descobrir Portugal, não faltam efectivamente locais para o fazer, de norte a sul e ilhas, sozinho, a dois ou em família.  Com poucos dias de férias para usufruir e guiado pela necessidade de pura paz e sossego, o caminho levou-me ao 'coração' do Alqueva, com Monsaraz literalmente no horizonte: ali, numa encosta de montado com vista infinita para o grande lago, fica o  Montimerso Skyscape Countryhouse , um turismo rural que deslumbra precisamente por não se fazer notar na paisagem...! O empreendimento de 11 quartos, quatro suites (cada uma com um pequeno tanque privativo) e dois apartamentos, todos com acesso a partir do exterior, abriu em Junho... devagarinho...!  Pintado de branco e em estilo minimalista, possui dois corpos distintos,  um virado a nascente e ao Alqueva, outro a norte e à vila de Monsaraz, encavalitada no monte, à distância.  As duas alas d esenvolvem-se a pa...
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 pôr-do-sol alentejano
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      A lua sobre o Alqueva